sexta-feira, maio 05, 2006

Acho qui a ida prô sertão fica lá mais prá frentxe!




Grupo Alexandre de Almeida equaciona desinvestimento no Brasil
Depois dos investimentos definidos para as unidades do grupo e da eventual expansão da rede em Portugal, os Hotéis Alexandre de Almeida estão a ponderar o desinvestimento no Brasil. Embora seja uma análise prematura, a decisão poderá ser a alienação da unidade em Salvador da Baía.
O Grupo Hotéis Alexandre de Almeida está a analisar a hipótese de desinvestir na unidade que detém em Salvador da Baía, no Brasil. A possibilidade parte do aumento da carteira de investimentos que a empresa está a realizar nas unidades nacionais, bem como na previsão do alargamento da rede no mercado interno. Segundo o presidente do grupo, Alexandre de Almeida, o reposicionamento da estratégia da empresa — cada vez mais focalizada no mercado português - leva a repensar a aposta no Brasil. A focalização no segmento dos hotéis boutique ou de charme explica também a estratégia, acrescentou. Neste momento, o desinvestimento na unidade grupo na Baía não passa de uma hipótese prematura, sustentou o hoteleiro. Até porque, recordou, a empresa decidiu apostar no Brasil como alternativa à dimensão do mercado interno. O responsável não quer esquecer também as potencialidades do mercado brasileiro ao nível turístico.
Rede alarga em Lisboa, Centro e Algarve
Em Portugal, a expansão da rede deverá acontecer nos próximos tempos. A análise mais profunda da hipótese de crescimento do grupo no mercado nacional vai acontecer na segunda metade do ano, adiantou Alexandre de Almeida. Caso venha a concretizar-se, o alargamento do grupo irá acontecer nas zonas de Lisboa, Centro e Algarve, referiu o mesmo responsável.
Na rede actual, o grupo Alexandre de Almeida vai investir, até 2007, cerca de 26 milhões de euros numa operação de remodelação de cinco das seis unidades da empresa. Em termos do retorno financeiro, o investimento deverá traduzir-se na duplicação anual do volume de facturação. O grupo deverá obter, todos os anos, a partir de 2008, atingir os 16 milhões de euros. Do montante total, a fatia mais larga vai ser aplicada na requalificação do Hotel Palace da Cúria, que irá receber sete milhões de euros. A "profunda remodelação" que se encontra a decorrer naquele estabelecimento prevê reforçar a atmosfera dos anos 20, década em que foi inaugurado aquele hotel. Em Dezembro próximo, data prevista para a conclusão da obra, o Palace da Cúria vai contar com um novo leque de serviços. Um spa boutique, um centro de congressos, espaços para a realização de eventos são algumas das novas ofertas, para ir ao encontro das tendências da hotelaria, afirmou o presidente do grupo. A criação de uma quinta ecológica foi pensada para responder à procura do segmento famílias, prosseguiu.
Em Lisboa, a empresa investiu 7,5 milhões de euros na remodelação do Hotel Metrópole, bem como na compra de um edifício contíguo para a ampliação da unidade do Rossio. As obras vão permitir que a unidade suba de categoria, passando a operar com quatro estrelas. O mesmo valor foi canalizado para o Hotel da Torre, que abrirá as portas no final do Verão com o novo nome. A alteração da designação para Jerónimos 8 faz parte da "transformação total e radical" que os Hotéis Alexandre de Almeida delinearam para aquela unidade localizada em frente ao Mosteiro dos Jerónimos. A construção de um hotel contemporâneo e com uma forte componente de design é a aposta da empresa. O Hotel Astória, em Coimbra, vai sofrer alterações para a melhoria do serviço, ressalvando-se "o estilo e a estética" da unidade. Nesta unidade, o montante investido é menor, apenas um milhão de euros para a remodelação dos interiores os quartos. Segundo explicou Alexandre de Almeida, enquanto a cidade de Coimbra não estiver dotada de um grande centro de congressos, o grupo não reforça os investimentos naquela unidade.
PRACE atrasa renovação da concessão do Bussaco
O Palace Hotel do Buçaco conta com uma "tranche" orçamental na ordem dos 4,5 milhões de euros. O investimento na unidade emblemática do grupo hoteleiro português passa por manter todo o carisma do hotel, adaptando-o às tendências actuais do mercado.
Actualmente, o atraso na renovação do contrato de concessão do Estado ao grupo Alexandre de Almeida prolonga-se desde 31 de Dezembro de 2004, data em que terminou o anterior período de concessão que permite a exploração e gestão do hotel por parte daquela empresa. A dificultar o andamento do processo está o Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE), reclamou o hoteleiro. No âmbito da reforma estatal, extinguem -se a Direcção-Geral do Turismo (DGT) e a Direcção-Geral do Património e as respectivas competências passam para outra entidade. Uma medida que está a atrasar o acordo entre o Estado e o grupo económico. Em todo o caso, a empresa, que detém a concessão nos últimos 100 anos, usufrui do direito de preferência face a eventuais candidatos. Uma vantagem que leva o responsável a estar confiante no desenrolar do processo.
O investimento de 26 milhões de euros segue a estratégia da empresa, depois de ter investido, no ano passado, cerca de 1,8 milhões de euros na remodelação do Hotel Praia Mar, em Carcavelos, e de dois milhões na construção do campo de golfe na Cúria, em 2003, em parceria com o grupo Hotéis Belver.
Será que o Xan ganhou o Euromilhões ou a lotaria do Brasil?
PS, moi? mais certement!!! Nous alons mas é aproveitar agora enquanto eles lá estão...

3 comentários:

O Grama-o-Fone disse...

Boa sorte para o Xan!

Ele que não se deixe é «papar» pela «pestanage» senão fica sem o Palace!

Anónimo disse...

Mais uma prova que o turismo é rentável e o caminho seguro a seguir pelo país. Alexandr Almeida ou Pestana, tanto faz, desde que se faça e se aproveitem os programas de apoio ao turismo.

Anónimo disse...

This is very interesting site... »