segunda-feira, junho 26, 2006

1 ANO!


O Luso Grama-o-Fone completa hoje a sua 1ª Primavera

PARABÉNS A TODOS!

quinta-feira, junho 22, 2006

quarta-feira, junho 21, 2006

Uma imagem vale mais que mil palavras


Fomos procurar os participantes no Lusóclássicos com o intuito de saber qual a sua opinião sobre o turismo no Luso. Fica o registo

segunda-feira, junho 19, 2006

E O QUE FAZ UM DESTINO?


Muitos poderão dizer que o que o faz um destino turístico será a acessibilidade viária ou aérea, a beleza das suas paisagens, a vontade dos agentes económicos, etc, etc, etc.

No entanto, se pensarmos que o sucesso turístico de muitos destinos foi alcançado por associação à presença de celebridades poderemos chegar a uma rápida conclusão...

Senão vejamos:

St. Tropez – Brigitte Bardot
St. Paul de Vence – Yves Montand, Sophia Loren, etc
Monte-Carlo – Grace Kelly, Ari Onassis, etc
Capri – Jacqueline Onassis, Valentino, etc
Marbella – Rei Fahd, Adnam Kashogy,
Panteleria – Giorgio Armani
Sardenha – Aga Khan, Flávio Briatori
Cape Cod – John Kennedy
Martha’s Vineyard – Bill Clinton, John Kennedy Jr,
Palm Springs – Frank Sinatra, Bob Hope, Dean Martin, Sammy Davis Jr, etc

Etc, etc, etc ...

Moral da estória:

Se no passado fomos conhecidos como estância de férias de alguns políticos e vedetas do nosso país. Será que não está na hora de fazermos umas movimentações no sentido de recuperar esse «momentum», e voltarmos a figurar como destino «fashionable» na imprensa cor-de-rosa do Portugal Português?

Evidentemente de acordo com a nossa «pequena dimensão» ...

Tragam as Caras e VIPS e essas revistas todas «festivaleiras» e vamos meter as Silvias Albertos e Catarinas Furtados, e Soraias Chaves da vida a tirar fotos no Grande Hotel, no Palace, a encher um garrafãozito na Fonte de São João, a fazer poses nas escadas da Fonte Fria ... e afins!

Acreditem que não estamos a falar de movimentações caras ... para a dimensão de uma unidade como o Grande Hotel ou o Palace, o custo de 2 noites de alojamento e refeições é residual.

O reposicionamento turístico da terra ficaria sem dúvida mais fácil ... e este tipo de marketing aplicado entra directamente no «mindset» do comum dos «tugas» ... devo dizer-lhes que são eles que no momento sustentam a indústria hoteleira do país.

Existem coisas que não são tão inatingíveis como possam parecer, e poderão estar ao passo de um email ou telefonema para o sitio certo!

Há que tentar!

terça-feira, junho 13, 2006

QUANDO É QUE TEREMOS RIVAS A CRUZAREM A NOSSA "BARRAGE"?


« ... Vou de barco ...até às Antilhas, apareceu ela, fui para Cacilhas ...»

segunda-feira, junho 12, 2006

Eis como a Pestanagem vê isto:




TURISMO
Revolução do turismo e quadro da oferta
José Theotónio
Administrador do Grupo Pestana
À semelhança de outros sectores de actividade, também o sector turístico enfrenta hoje uma autêntica revolução. Todos os meses somos surpreendidos com novos produtos, novos canais de distribuição, novas formas de comercialização, novos players, novos destinos, novos conceitos, ou seja e em suma, novos modelos de negócio num sector que está em franco crescimento a nível mundial. Aliás estou convencido de que é por este crescimento, que é sustentado, que permanentemente entram novas empresas e novos quadros para o turismo. Esta revolução é fortemente suportada pela tecnologia que favorece e imprime velocidade às alterações. É a aplicação à gestão e ao turismo das evoluções ao nível tecnológico que, em grande medida, determina mudanças significativas.
Alterar radicalmente os procedimentos tradicionais; fazer cair em desuso determinadas categorias profissionais enquanto promove a necessidade de outras funções e tarefas estranhas ao sector até há pouco tempo; matar fontes de receita e fazer emergir outras; promover formas novas e mais arrojadas de design de interiores favorecendo o aparecimento de novos layouts para recepções, outlets ou quartos; dar sustentabilidade a novas formas de transporte de turistas; promover o surgimento de novos operadores; dar escala e facilitar a gestão de grandes operações dispersas por múltiplos destinos; evidenciar sinergias; ou disseminar o know-how.
Tudo isto acontece num quadro de concorrência forte e crescente, onde o erro, ou o atraso nesta revolução, seja por decisões próprias, seja pelo contexto que regula a actividade mais do que impossibilitar o sucesso empresarial pode pôr em causa a sobrevivência das organizações.
Perante este quadro, como está o enquadramento da oferta turística portuguesa? A forma como está a regulação da oferta responde às necessidades do turismo português neste enquadramento concorrencial? Será que as actuais leis hoteleira e todos os seus regulamentos, a lei das agências de viagem e a protecção que fazem às formas tradicionais de comercialização, a legislação laboral e a completa desadequação à especificidade da actividade turística e toda a outra regulamentação favorece as empresas portuguesas?
Claramente a resposta é não. Dois exemplos muito simples:
Apesar de os salários médios em Espanha serem substancialmente mais altos que em Portugal, as empresas hoteleiras portuguesas têm um maior peso salarial que as suas concorrentes espanholas, dada a inflexibilidade da nossa legislação face à vigente em Espanha; não será esta situação um factor negativo para a competitividade das nossas empresas?
As diferentes agências promocionais e outras organizações de empresas turísticas ou de entidades públicas que multiplicam a sua presença na Net com sites mais ou menos elaborados estão impedidos de vender um pacote turístico e na esmagadora maioria das vezes até uma room night, a menos que se organizem como agentes de viagem; sabendo-se da pouca utilidade que têm os sites, apenas informativos em turismo, não seria de alterar esta situação?
Ai Luso Luso, quando é vais parar de brincar ao turismo de faz-de-conta e parar de investir no mau gosto de alguns? É que não me parece que este José esteja a falar de remodelações de recepções e outras coisas que tal como aquelas a que assistimos por aqui (pronto, a parte do arrojo até lá está). Enfim...
E ainda têm medo que venham por aí grupos com esta visão, mas não admira, pois decerto tratariam dos calos que muitos têm no rabo, que é para não dizer nuku!

sábado, junho 10, 2006

Quem tem UNI toca guitarra!



A UNICER está a concluir um estudo de investimento turístico no Parque de Águas Melgaço, a ser concretizado no próximo ano.

Será que depois de copiar a boémia agora também querem copiar o investimento da central nas nossas termas?

Poça pá, já não se pode fazer nada que eles copiam logo

sexta-feira, junho 09, 2006

Escalas



Em 31 de Maio de 2006 foi aprovado o financiamento de 1 309 350 Euros para a "RECUPERAÇÃO E VALORIZAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURAS ORDENAMENTO E GESTÃO DA MATA NACIONAL DO BUÇACO".
Ou seja, o Estado vai gastar com a mata do buçaco cerca de 17% do que custou a última campanha publicitária da Lusófreche (7 500 000 Euros). Só falta saber se este orçamento também é água que evapora!!!

quarta-feira, maio 31, 2006

ABRAM ALAS PARA O NODDY ...


NODDY ... O NODDY ESTÁ A CHEGAR!

quinta-feira, maio 25, 2006

"Le Plus Beau Village du Monde ..."


Bienvenue à Saint-Paul de Vence!

E o que Saint-Paul tem que o Luso não tem?
Galerias, artesanato, enotecas, hospedarias de charme, restaurantes gourmet, tabernas típicas, ordenamento, limpeza, e acima de tudo bom gosto!

E o que o Luso tem que Saint-Paul não tem?
"A aldeia dos macacos" (que não se ofenda ninguém), pensões em declínio (salvo excepções), snacks, desordenamento, poluição visual (veja-se o letreiro que meteram no Café Pala-Pala ... aquela publicidade dos cafés tem tudo a ver com o edifício emblemático que foi o Casino!), o Edifício Oásis, O Hotel Éden, e infelizmente muito mau gosto!

Já se falou aqui algumas vezes em turismo sustentado ... pois a "sustentação" passa por estas coisas todas ... continuo a dizer que os olhos também comem ... e que é um grande erro perdermos a traça característica da nossa Terra.



Venham daí com uma campanha de sensibilização, já tinha falado sobre isso no "Amo-te Luso" em Setembro (ver posting "Luso e a Cabala Parte II)

«Que medidas tomaremos em relação à requalificação arquitectónica e paisagística da Vila? Já que se fala de alterações a nível da sinalética. Que tal contratar uma empresa de design que faça um levantamento da história da terra e crie uma sinalética apropriada para os nossos espaços públicos e comerciais? Por que não criar uma identidade/imagem diferenciadora para a nossa Terra?
(Não poderemos por e simplesmente proibir a utilização de "letreiros publicitários/neons" não uniformizados ... teremos claro está que educar e comparticipar o investimento dos privados.)»

A este nível em Portugal, infelizmente só me recordo de Óbidos ...

Uma coisa é certa, com vontade e orientação não haveriam Saint-Pauls da vida que vencessem o Luso ... que para mim continua a ser a Terra mais linda do mundo!

Vamos acreditar!

segunda-feira, maio 22, 2006

Quando remodela um português, remodelam dois ou três!


Agência de promoção do turismo do Centro aposta em novos produtos

Agência de promoção do turismo do Centro aposta em novos produtos
Projectos candidatos aos fundos do próximo Quadro de Referência Estratégico Nacional

A requalificação das minas da Panasqueira, no concelho da Covilhã, o reforço da promoção das aldeias históricas e a revitalização do Museu Militar, no Buçaco, são apenas alguns projectos infraestruturais que a Agência Regional de Promoção Turística do Centro de Portugal (ARPTCP) gostaria de ver candidatados ao próximo Quadro de Referência Estratégico Nacional. Embora esta decisão não dependa da ARPTCP, vocacionada apenas para a promoção turística da região no estrangeiro, sobretudo em Espanha, esta aposta poderia representar uma mais-valia para a marca Centro de Portugal.
"No momento certo queremos sensibilizar e expor à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e ao Instituto Português do Turismo a nossa visão de desenvolvimento turístico da região, que passa pela alteridade do Centro, criando a afirmação de identidades", afirmou anteontem, em Viseu, a directora-geral executiva da ARPTCP, Marli Monteiro, durante uma conferência de imprensa de balanço dos quatro meses de actividades da estrutura.
Além de Espanha, também França, Inglaterra, Alemanha, Holanda, Bélgica e Itália são alguns dos mercados na mira da estratégia promocional da agência. No âmbito do reforço da marca Centro de Portugal acrescem a estes os mercados americano e brasileiro, sendo que a Região Centro já é o quarto destino turístico eleito pelos americanos. É para estes mercados que as iniciativas da agência têm sido dirigidas. A ARPTCP tem participado em várias feiras e promovido inúmeros roadshows educativos.
Ao fim de quatro meses de actividade, a agência está a ultimar a brochura de promoção da região, uma publicação que vai ter 48 páginas e que deverá sair em Julho. Apresenta-se "mais forte do que a 'brochura zero', apresentada na Fitur, e com um grande investimento de fotografia", descreveu Marli Monteiro.
A ARPTCP nasceu da associação livre de sete regiões e juntas de turismo. Arrancou em Janeiro deste ano, dois anos mais tarde do que as restantes agências que foram criadas em todo o país. Até Dezembro deste ano, a agência, com secção em Viseu, dispõe de cerca de 1,73 milhões de euros para investir e garantir maior penetração da região nos mercados externos. Uma verba comparticipada pelo Instituto do Turismo de Portugal (582 mil euros), parceiros públicos regionais, como as regiões e juntas de turismo (143.507 euros), parceiros privados (71.753 euros) e fundos comunitários (candidatura ao Piqtur no valor de 276 mil euros).
Deixem-nos trabalhar!!

quinta-feira, maio 18, 2006

E a neve aqui tão perto

Caríssimos lusoclássicos vamos ter este fim-de-semana a rampa Serra da Estrela.
Mais informacões em http://rampaserraestrela.blogspot.com
E o lusoclássicos, vai lá dar algum sinal de vida?
Há que começar a criar nome.


segunda-feira, maio 08, 2006

DIONISUS & THE PALACE COLLECTION


Será verdade?

Continuará Dionísio com a senda desenfreada de «aquisições» de monumentos nacionais?

O último ... o do Freixo, parece que foi uma negociata em grande.
Dizem que o Roy River é que bancou a festa!

Será por isso que o nosso «Xan» se concentra cada vez mais na Curia?

Ficarei triste se o desfecho pender prá «Pestanage», no entanto não deixa de ser interessante a entrada do maior grupo hoteleiro nacional aqui na Terrinha.


Como se costuma dizer, umas coisas puxam as outras … pode ser que desta fiquemos no radar de outros investidores e que a Terra ande para a frente.

P.S. Não o acham um bocado parecido com o Zeca Pileca?
Oxalá não seja tão surrão!!!