
Era o vinho, meu Deus era o vinho
Era a coisa que eu mais adorava
Só por morte meu Deus, só por morte
Só por morte o vinho deixava
Ai minha sogra quando morreu
Ai levou o diabo com ela
Ai deixou-me a chave da adega
Ai mas o vinho bebeu-o ela
Ai eu hei-de morrer numa adega
Ai com um copo de vinho na mão
Ai o vinho é minha mortalha
Ai a pipa é meu caixão
2 comentários:
Ai que saudades daquela crica! (não levem isto prá brincadeira)
Nunca experimentei nenhuma laranjada com tanta qualidade como a laranjada bussaco (e olhem que antes de beber minis já tinha bebido hectolitros de laranjadas)
Aquela garrafita barriguda como eu metia num bolso fantas, sumois, B's e até águas com gases e sabores estranhos.
Estranho a falta de uma política promocional coerente, mas enfim, os donos é que sabem.
Mas o que esperar de uma empresa em que nunca vimos os donos a consumir os seus próprios produtos?(e olhem que pelo menos um deles é bom cliente dos tascos do Luso)
Agora a sério... talvez se bebessemos mais laranjadas bussaco(em vez de minis)se justificasse a volta da garrafa bairradina (barriguda e bem disposta)
Proponho uma semana de Ramadão à cerveja. O que acham?
Eu ainda sou do tempo em que se faziam laranjadas, com laranjas...
Aí que saudades...
enfim... Xóooo, prá frente, jaleco!!!!!
Enviar um comentário