
Isto parece os “debates” de alguns letrados da nossa praça, .... meu Deus ajuda-os que eles não sabem o que dizem.
O palrar de alguns letrados é um autêntico vómito que gente ignóbil lhes ensinou (sim porque eles só vomitam, não têm pensamento próprio, o que o Sr. Prof disse é que está correcto),
“Gentinha “ essa detentora de canudos pós-revolução, aquelas licenciaturas que nem exames tiveram, essas que nos governam, ou pensam que isto está mal por causa do povo … aquele que trabalha.
Não!!!!!
Isto está entregue a esses cepos com olhos, que lhes deram o canudo, e vai começar a ser governado por quem esses cepos estão a ensinar….
Enquanto se estuda vomita-se o que se bebe, quando já se tem o canudo só se vomita aquilo que os outros dizem, porque fica bem citar…….
Chega de vómito, o vómito é para o inculto, é para o papagaio esse é que regurgita o que come …..
Deviam dar-vos com o canudo até ao Colon Transverso
2 comentários:
Gostava de comentar o seu post, mas ainda não percebi se está a falar do ensino universitário português, que de facto merece ser avaliado e reflectido; ou se está a mandar "bocas" a alguém em concreto.
De qualquer forma, aproveitando a maré, gostava de dizer que não me parece que exista mal algum em citar, desde que isso parta de um acto de reflexão e que se concorde com o autor. Não devemos ter a presunção de que pensamos sozinhos e a partir do nada, porque, quem assim o faz, não está a ser autónomo (e por isso livre e responsável); apenas mudou de rebanho...
A grande parte dos licenciados no desemprego, quando entrou para os cursos já sabia que o futuro mercado de trabalho não estava famoso.
Todos sabemos o que aconteceu no ensino universitário pós-revolução: desde de saneamento de professores a passagens administrativas. Em todas as áreas há bons e maus profissionais, a diferença é que ninguém exige nada aos professores universitários, que têm redução lectiva porque são investigadores e, depois, passam anos sem que publiquem um artigo (e muitas vezes, quando publicam, é sempre mais do mesmo).
Quando temos licenciados que dão erros de palmatória, que têm medo de fazer um requerimento, não lêem jornais e quando o fazem ficam-se pelas opiniões das "notícias" de faca e alguidar, pergunto-me se esta gente merece ter um emprego.
Não sendo Velha do Restelo, continuo a pensar, no entanto, que as novas gerações têm a obrigação de serem diferentes e, mesmo não tendo emprego, se fizeram um bom percurso têm mais agilidade mental para fazer coisas novas.
Mas este é um debate demasiado complexo para ter lugar aqui, dado que existem muitas condicionantes e parâmetros que teríamos de avaliar. No entanto, o que lamento é o facto de, tanto professores (não só universitários) como licenciados, não saibam exercer a sua cidadania, não sejam mais interventivos e não coloquem o seu saber em prol de causas fora da redoma em que insistem viver. O curso é só um ponto de partida como outro qualquer, nunca de chegada.
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