
“Malta, estive a falar com o nosso grande amigo Zé, e adivinhem lá as novidades frequinhas que ele me contou?” disse o Horácio, quando chegou para mais uma sessão de “arrancadeiras”. “Na vez de uma bucha no Domingo, vamos ter duas???” perguntou o Sereno.
“Não!!! Lembram-se da iniciativa da fundação portugal telecom, que houve aqui nos dias 18 e 19?!!! Pois é, alguns clientes dos bares da nossa terra, cansados de carregar 50Kg de papel impresso, resolveram aderir às novas tecnologias! A iniciativa foi un sucesso!” explicou o Horácio. “A sério!.... Boa!... Já era tempo dos “velhotes” se actualizarem!” disse o Sereno. “Mais.... os cafés é que estão a pensar numa forma de protesto! É que à conta das impressões, lá iam vendendo mais umas minis, e agora, como a malta passa mais tempo em casa, notaram uma quebra abismal nas vendas!” explicou o Horácio. “Então... mas se é assim, porque é que não colocam postos de acesso à internet nos cafés??? Olha que dava dinheiro!” perguntei eu
5 comentários:
Já estou como o asdrubal.
E se publicassemos o Luso-Grama-o-Fone?
Reunião em casa do El Tonel, pode ser?
E com bucha.
Mas isso não é só aqui!!! Nunca ouviste falar em jantares de "confraternização política"? Isso não é uma bucha??
... Ai as alheiras!!!!...
el tonel (aqui só pra nós, sem ninguém ouvir)
Tive a ler os comentários da maria-dos-prazeres num post, lá pra trás.
E percebi porque é que ela(s) não gostava(m) das tuas histórias.
É Pá!! Só buchas e minis, tás a ver? Temos que alargar o âmbito das nossas histórias... Sexo, naifadas matrimoniais e o camandro. Topas?
Eu sei que não é fácil. É dos cromossomas, pois claro! Foi o que eu lhe disse, pois claro!
Nãããã posso...
A minha mulher tambem lê o blog...
Em relação à net, fico feliz por esse desejo do proprietário do Barricas, esperando a concretização a breve trecho. Como a tecnologia parece avançar aos saltos, mais que a passos, gosto de acreditar que estamos na iminência de uma cobertura nacional de acesso à net, que ainda continua reduto de algumas elites.
Quanto ao autocarro da pt (na foto), apesar da simpatia e disponibilidade do moço que estava responsável, soube-me a pouco, uma vez que os anúncios de propaganda deste evento davam a entender - pelo menos a mim - que estaríamos face ao "último grito" tecnológico (em que a pt tem, de facto, apostado). As expectativas foram defraudadas quando me apercebi que se limitava a um qualquer ciberespaço e quando experimentei a morosidade da ligação.
Valeu a pena - e gostei da iniciativa - porque tive o prazer de acompanhar uma senhora de mais idade, que nunca tinha se sentado num computador, cujo entusiasmo teve tanto de comovente como de feliz surpresa. O que me fez pensar não só da utilidade e pertinência destas iniciativas, como também tornar-me ainda mais crítica em relação àquelas pessoas que, com possibilidade de acesso, insistem em manter-se info-excluídas apenas porque o que não sabem não querem aprender, tomando a net como um bicho papão que só serve para estragar os putos e para engates de pessoas doentes (e estou a falar de médicos, professores, estudantes e quejando).
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