
Eh Malta! Tamos práki kuma discussão em minha casa que vai lá vai! O nosso grande amigo Zé trouxe uma novidade fresquinha. “Oiçam, isto não se pode saber, mas parece que um certo bolg da vossa terra, vai ser processado pelos jornais da nossa grande cidade!” disse o Zé. “Como é que é essa ó Zé?” perguntou o Sereno. “É que agora a malta da vossa terra, passa o tempo a imprimir o dito blog, e já não lê os ditos jornais. Até parece, que uma certa empresa daqui, que anuncia num deles, já tentou colocar publicidade nesse blog e largar o jornal !!” disse o Zé. “Não me digas?” perguntei eu. “Além disso, o pessoal anda a tirar fotocópias dessas impressões, e a guardar religiosamente as suas cópias, não vá estar lá alguma coisa escrita sobre eles!” continuou o Zé. “Agora até há cafés com zona reservada para leitura, com boa luz e onde já não se conversa: só se lê!” concluiu o Zé. “Fantástico! Queres tu dizer com isso que a malta que passou a andar sempre artilhada, com as lunetas e resmas de folhas debaixo do braço, é por causa disso: andam com a vista cansada de tanto ler!” disse o Horácio. “Mas os gajos já entraram com a queixa?” perguntei eu. “Parece que ainda estão a estudar o caso. É que com a quantidade de impressões e fotocópias, os lobbies das papelarias, tabacarias e fabricantes de papel, estão a estudar a hipotese de patrocinarem o dito blog com advogados do mais alto nível. Daqueles que são competentes e ganham sempre! Tão a ver o esquema?!” disse o Zé. “Eh pá! Então quer dizer que os jornais estão a ficar cada vez mais dependentes dos financiamentos partidários!” concluiu o Saleta. “Mais, parece até, que certos oftalmologistas da zona, estão a estudar a hipotese de entrar no dito blog e colocar só postings com letras minúsculas, estilo certas páginas web vossas conhecidas, para aumentarem a clientela!” continuou o Zé. “São mesmo lixados, esses gajos!” disse eu. “Quais deles, os jornais, os clientes, os patrocinadores, os advogados, os lobbies ou os médicos?” perguntou o Horácio. “Oiçam lá, já vos mostrei as carapuças novas que tenho aqui prá malta!?” mudei eu de conversa sem deixar o Zé responder
5 comentários:
El Tonel: lolololololol!
Parece que anda mesmo tudo paranóico com o blog e nem sempre pelas melhores razões.
Já que vem cá tanta gente ler, porque não participam? Com a diversidade de assuntos que por aqui existe, tenho a certeza que têm muito para comentar. Os comentário têm mais sentido aqui do que nas mesas dos cafés.
Já agora, continua por aí uma sensação estranha de desconfiança em relação ao blog, porque pensam que aqui só se fala mal de pessoas - e figuras! - do nosso Luso. De despenderem 20 minutos, vêem que foram mais os post a tratar de problemas e temas relativos ao Luso do que "falar mal" das pessoas.
Já agora, continua-se a falar mto do caso F.E., que referia as filhas, mulher etc. Bem, para que isso fique claro, em primeiro lugar tratou-se de um comentário (julgo eu de um anónimo) e não de um post, algo que é difícil controlar; em segundo lugar, parte da culpa do desatino que isso parece ter causado, foi das pessoas que ficaram muito ofendidas com isso (não por respeito a estas pessoas, até porque não se falava mal delas, pelo contrário, mas por medo de também serem alvos), acabando dar mais relevância do que o facto merecia; e, terceiro, acabou por ser apagado para não dar mais azo a esse tipo de reboliço. No entanto, continuam a falar disso, o que me leva a concluir que o pessoal que não gosta do blog (ainda que cá venha ler) está é lixado por não saber quem escreve para poder dar à unha da maldadezinha e cusquice; não está a zelar pelo respeito pelos indivíduos.
Mas o que eu gosto mesmo, é de ver alguns dirigentes políticos com medinho da liberdade de expressão, preferindo ver-nos como uma cambada de putos insanes que só dizem baboseiras: a velha máxima de que a melhor defesa é o ataque, sem se dignarem a responder às questões aqui levantadas.
No entanto, como todos os públicos são heterogéneos, há também muitos leitores que, amando o Luso, gostam de vir ler o blog para reflectirem sobre os problemas do Luso, com dados que não conheceriam de outro modo, já que por aqui colaboram pessoas que sabem mais do que aquilo que se supõe quando as olhamos.
O uso de nickname não deve ser entendido como uso de uma máscara de “terroristas”; a questão da identidade dissimulada tem que ver com o facto de as pessoas, não sabendo quem é que está por detrás do nick, respeitam - ou pelo menos ouvem mais atentamente - o que aqui se diz. Quando as pessoas tolerarem e estiverem abertas a novas perspectivas, independentemente de quem as profere, os nicks deixam de fazer sentido. Até lá não, porque as irritações epidérmicas das relações entre as pessoas se iria sobrepor às ideias proferidas.
essa merecia um post...
Ainda não sabem... ainda não sabem...
Agora a sério:
Vocês acham que os meus postings precisam de legendas?
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