

Reza a história que os japoneses atacaram Pearl Harbor, com a maior força aérea jamais reunida.
Um ataque surpresa, letal e que provocou enormes baixas humanas e materiais.
Os filmes e documentários elaborados sobre este episódio marcante, relatam a crueldade e frieza com que os filhos do império do Sol Nascente atacaram, mataram, chacinaram e silenciaram a "baía das pérolas". Para sempre, estes ficaram com o rótulo dos maus da fita e de "cães" da humanidade.
No entanto, acredito que a história tenha sido escrita por partidários do regime americano e contada da forma mais conveniente.
Na verdade é que todos sabiam que Pearl Harbor ia ser atacado... Os americanos tinham decifrado o código japonês um ano antes... tinham interceptado mensagens de ataque a Pearl Harbor e sabiam como se ia passar... sabiam que iam matar 2500 dos seus homens para poderem entrar na guerra.
Não é por acaso que, quando os japoneses se lançaram no ataque final, ali não encontraram os porta-aviões, armas estratégicas, tal como estavam à espera... tinham saído de madrugada.
Em resumo, Pearl Harbor, foi uma forma muito ardilosa (embora altamente condenável a todos os níveis) de os americanos entrarem na guerra, a justificação que faltava para o povo americano aceitar o envolvimento dos seus filhos nos conflitos da Europa. A visão estratégica americana foi notável... com a entrada na guerra, acabaram por dominar o mundo e, a principal rival, Europa em termos de economia (ver Plano Marshall). Brilhante.
Há pouco tempo, tivemos mais uma tentativa de "Pearl Harbor", com a história das armas de destruição maciça no Iraque e, do tão falado e ainda na mira dos norte-americanos, "Eixo do Mal".
Mas acho que desta vez o tiro de quem quer repetir "Pearl Harbor" lhes vai sair pela culatra.
É que até neste episódio da história ainda hoje as culpas são atribuídas ao endereço errado.
Sayonara!!
3 comentários:
Sim...?
Caíram as bombas e não ficou ninguém para contar a história...
Parece-me que o Pearl esta somente a chamar a atenção para histórias que se contam hoje de uma maneira mas que de facto são outra completamente diferente. Ou é isso, ou de facto, como diz a minha Maria, "Já tás outra vez bêbado!"
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